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André e. Teodósio

“Não é todos os dias que somos convidados para contribuir para um evento tão único como foram os encontros DeVIR/Capa. Para qualquer artista que, como eu, defende que Arte não é só a criação de objectos mas também uma ferramenta cognitiva que nos faculta uma compreensão do mundo, percorrer as ‘cidades fantasma’ da serra Algarvia tendo como fim um acto criativo livre, isto é, sem qualquer tipo de contrapartida formal e ainda por cima bem remunerado e com acesso a todos os suportes (possíveis), foi mais do que positivo: foi uma utopia tornada real num evento que não conheço como tendo iguais.”

 

Carlos Bica

“(…)uma experiência vivida deveras enriquecedora.

(…) O sucesso da primeira edição do festival Encontros do DeVIR exige uma continuação do mesmo e a serra algarvia agradece do seu fundo.”

 

Cláudia Dias

“(…) um gesto certeiro e necessário que contém uma qualidade de uma certa crueza, ou melhor, que dispensa os adornos.

(…) O que considerei muito forte do ponto de vista ético, por parte da equipa da DeVIR/CAPa, foi o cuidado constante em evitar abordagens exóticas, uma vez que a linha que separa uma intenção verdadeira de reflexão e a sua mera estetização ser muito ténue.

(…) Espero que os Encontros do DeVIR tenham nova edição possibilitando a outros criadores olharem e serem olhados…”

 

Mickael de Oliveira

“(…)um autêntico desafio formal e temático”

 

João Paulo Esteves da Silva

“(…) Sem muito exagero, terá sido para mim uma das experiências mais positivas por que tenho passado.”

 

Amélia Muge

“(…) trabalhos como os apresentados neste festival, ultrapassam a mera comunicação das potencialidades de uma região e podem de facto funcionar como um atractivo artístico único, para um público variado e diversificado.”

 

Gonçalo M. Tavares

“O trabalho da DeVIR/CAPa – Centro de Artes Performativas do Algarve é absolutamente excepcional pois consegue unir dois elementos muito difíceis de ligar – a defesa intransigente do território e da manutenção da sua qualidade enquanto património geográfico e a produção de trabalho artísticos e criativos de grande qualidade e originalidade.

No meu caso, a proposta de trabalho dos Encontros do Devir teve como ponto de partida o espaço, o lugar – e levou-me a um espaço físico novo, até então desconhecido – a serra do caldeirão,  e também a uma forma criação nova – um registo de vídeo.

O espaço real (experiência física) e o seu duplo (video) funcionaram como base para a criação literária de um texto com raízes geográficas muito precisas.

O invulgar empenho de todos os elementos da Associação nos projectos artísticos desenvolvidos leva a que todos nós, criadores, nos sintamos num contexto de grande qualidade que propicia novas experiências criativas.

Da minha experiência pessoal e dos testemunhos que tive só posso elogiar, e muito, o grande trabalho feito pelos Encontros do Devir e a qualidade dos frutos criativos que daí saíram.”

 

Vera Mantero

“Participei no projecto Encontros do Devir em 2012. Foi para mim uma iniciativa muitíssimo importante porque conjugou um lado de investigação em relação a condições sociais e territoriais numa determinada região do nosso país, a Serra do Caldeirão (numa problemática que é comum a várias outras regiões em Portugal, a da desertificação do interior) com um lado de criação artística absolutamente livre e sem condicionantes estéticas pré-determinadas (a única condicionante prévia sendo o uso de vídeo mas nem sendo obrigatório esse vídeo fazer parte da peça criada). Estas duas condições juntas permitiram e proporcionaram o aparecimento de uma série de peças absolutamente diversas (os artistas convidados eram também de áreas muito diversas), diversas em termos de abordagem e diversas em termos estéticos, que dialogaram com aquela problemática e permitiram à população daquela região pousar também o seu olhar sobre a questão dessas diferentes maneiras.”